NYC (Almost) Off the Beaten Track

Após uma noite em Lancaster, chegamos em Nova Iorque no dia 07/08/15. Quem conhece a cidade sabe que ela não foi feita para circular de carro pois o trânsito não é fácil, não há vagas para parar o carro e os estacionamentos/valets dos hotéis são super caros (média 50/60 USD por dia); imagina então entrar com o Godzilla nesse pesadelo?! Impossível!

Até cogitamos levar o Godzilla para uma sessão de fotos pela 5th Avenue ou por Times Square, mas acabamos desistindo. Para evitar o transtorno decidimos que o melhor seria deixar o Godzilla em um estacionamento fora de Manhattan e pegar o metrô/trem até a Big Apple e foi o que fizemos; deixamos o carro em um estacionamento perto do Aeroporto de Newark em New Jersey por 15 USD/dia e pegamos o trem até a Penn Station em Manhattan.

Para nós, Nova Iorque é uma cidade incrível. Não importa quantas vezes você visite a cidade, sempre há alguma coisa diferente para ver, uma comida nova para provar e um barzinho descolado para conhecer; e talvez seja por isso que nós sempre voltamos para cá. Dessa vez não tínhamos nada programado e a única atividade de turista que estava na nossa lista era conhecer o observatório do One World que fica no topo do edifício erguido no lugar onde ficavam as torres gêmeas, destruídas no atentado terrorista de 11 de setembro de 2001.

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O observatório fica no centésimo andar do One World, foi inaugurado recentemente (no dia 29/05/2015) e já acumula mais de 600.000 visitantes, que pagam um ingresso de 32 USD (adulto), 30 USD (senior) ou 26 (criança) para subir.

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A atração já começa no elevador que leva apenas 1 minuto para chegar ao centésimo segundo andar. Durante a subida, as paredes do elevador exibem um vídeo que mostra a evolução da Cidade de Nova Iorque desde 1500. Chegando ao observatório todos seguem para uma sala onde é exibido um vídeo com imagens de Nova Iorque e em seguida somos liberados para entrar no observatório.

Tudo é novinho em folha e cheio de tecnologia, mas nada disso supera a vista, e que senhora vista! O dia também não poderia estar melhor pois o céu estava limpo e de todos os lados tínhamos uma vista total. As vistas da Ponte do Brooklyn e do Empire State Building são, em nossa opinião, os grandes destaques desse observatório. Muito legal!

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Voltando a Nova Iorque, nós queríamos conhecer/fazer coisas diferentes, fora do circuito turístico normal, e ninguém melhor para nos apresentar esses lugares “diferentes” do que o nosso grande amigo Marcel Nadal Michelman, que está morando em NY enquanto faz o seu MBA em Performing Arts Administration na New York University (uma das mais respeitadas dos EUA). Quando ficamos sabendo que o Nadal estava mudando para NY para fazer esse MBA comentamos que era a cara dele (o curso e a cidade). Ele é a única pessoa que conhecemos que está registrado nas duas únicas ordens do Brasil, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Ordem dos Músicos do Brasil (OMB).

Encontramos com o Nadal logo que chegamos e almoçamos com ele e sua colega de curso Chie Saito, que é de Tóquio, Japão. Depois do almoço ficamos atualizando os últimos acontecimentos e a noite nos encontramos novamente para conhecer o Barzinho, um boteco perdido em Chinatown que serve caipirinhas (muito bem feitas), coxinha (sim, comemos uma coxinha!), mandioca frita e linguiça calabresa. O Dono do Barzinho, Leo, é uma figura a parte; um americano super simpático que ADORA a cultura brasileira. Ele é uma daquelas pessoas que nasceu no lugar errado. Da próxima vez voltaremos para provar a feijoada, Leo!

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No dia seguinte demos uma volta por Manhattan e vimos que a restauração da Igreja de Saint Patrick está praticamente finalizada. Nossa, nem pudemos acreditar pois acho que desde 2010 só conseguíamos ver os tapumes e andaimes, do lado de dentro e de fora. A igreja ficou muito bonita!

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A noite nos encontramos com o Nadal e a Chie novamente para assistir um show, mas não era um espetáculo da Broadway. Fomos ver uma banda chamada The Aristrocrats, que é formada por um guitarrista inglês (Guthrie Govan), um baixista americano (Bryan Beller), e um baterista alemão (Marco Minnemann). Os 3 são individualmente excelentes músicos, tendo tocado com nomes famosos como Joe Satriani, Steve Vai, Zappa, Steve Wilson, entre outros. Com perfis assim o show não tinha como errar! O Show foi ANIMAL! 2 horas de rock n’ roll instrumental da melhor qualidade! Valeu, Nadal!

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Para fechar nossa passagem por Nova Iorque, nos encontramos com o Nadal ontem 09/08/15 para experimentar um belíssimo hamburger, mas nada de Shake Shack ou Burger Joint. Fomos até o Brooklyn para comer um delicioso hamburger no The Burger Bistro.

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No dia seguinte (10/08/15) voltamos para Newark para buscar nosso companheiro de viagem e seguimos em frente. Nossa passagem por Nova Iorque foi mais curta do que gostaríamos, mas ainda temos muita estrada pela frente e sabemos que ainda voltaremos muitas outras vezes para essa cidade incrível.

Nadal, foi ótimo encontrar com você; valeu por tudo! Um abraço e até a próxima!

2 comentários em “NYC (Almost) Off the Beaten Track

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